Fundos de investimento, como funcionam?

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Se você acompanha nosso blog, é muito provável que já tenha lido, em algum momento, sobre fundos de investimento. Mas você sabe, de fato, como eles funcionam e para que servem? 

No post de hoje, vamos explicar o que são essas aplicações - tão mencionadas por aí - e apresentar os tipos de fundos de investimento mais rentáveis. Afinal, este é um fator importantíssimo: rentabilidade! 

Quer saber mais? É só continuar a leitura para conferir! 

O que são fundos de investimento e para que servem?

Fundos de investimento nada mais são do que aplicações de recursos financeiros variados feitas por um grupo de pessoas, denominadas cotistas. Nesse processo, é contratado um responsável para gerir as aplicações. 

O intuito final dos participantes é conseguir ganhar com essas aplicações no mercado financeiro. Por isso, todos os cotistas investem nos mesmos ativos, sejam eles títulos públicos, renda fixa, ações, cambiais, ETF’s, imobiliários e afins. 

Os valores, posteriormente, são divididos de modo proporcional com o que foi investido pelos integrantes do grupo. E é o gestor quem toma a decisão de onde colocar o investimento. Ou seja, trata-se de um procedimento que pede planejamento e estratégia

Conheça os principais tipos de investimento

Como já mencionamos, existem diversos tipos de investimento. Confira, agora, os principais: 

● Fundos de renda fixa;

● Fundos de curto prazo;

● Fundo de ações;

● Fundos cambiais;

● Fundos multimercado;

● Fundos referenciais;

● Fundos de investimento em cota (FIC);

Renda fixa: esse modelo de aplicação é formado por 80% de ativos referentes a carteira de juros ou a determinado índice de inflação. A remuneração, aqui, acontece de acordo com o mercado financeiro, como ocorre com a taxa Selic e o CDI. 

É bastante comum que investidores que tenham um perfil mais conservador opte por esse tipo de fundo. 

Curto prazo: nesse caso, as aplicações são feitas em títulos públicos e federais ou pré-fixados, que podem estar indexados, também, à taxa Selic ou de juros, com um tempo máximo de 1 ano.  Se for usado derivativos, eles devem ser apenas para proteção de carteira. 

Ações: o requisito para esse tipo de fundo é ter, no mínimo,  67% de ativos investidos na Bolsa de Valores. 

Cambiais: esse tem a ver com investimentos referentes a variações de preços e moedas estrangeiras, e a quantidade mínima exigida é de 80%. 

É uma modalidade de certo risco, já que está sujeita a alterações do câmbio. 

Multimercado: esse modelo de fundo pode ser considerado o mais flexível de todos. Com ele, é possível aplicar em títulos de renda fixa, moedas estrangeiras, ações, entre outros. E o mais interessante: tudo ao mesmo tempo, se quiser. 

Referenciais: 95% da carteira é investida em operações ou títulos que seguem a variação de um indicador (chamamos de benchmark). CDI, inflação, moedas estrangeiras são alguns dos ativos permitidos. 

FIC: o investimento em cotas é direcionado para a compra de cotas do mercado financeiro. Normalmente, é emitida por instituições financeiras. 

Quais são os fundos de investimento mais rentáveis?

Depois de tudo isso, você deve estar se perguntando em qual fundo investir.  A seguir, vamos listar alguns dos investimentos que se mostraram mais rentáveis nos últimos tempos. 

CDB: o Certificado de Depósito Bancário, como o próprio nome sugere, é um título expedido por bancos para obter lucros com pessoas físicas. É um investimento de pouco risco, porque conta com a cobertura do fundo de garantia de créditos. 

Tesouro Direto: com certeza você já ouviu falar desse aqui! O investimento de renda fixa foi criado pelo Tesouro Nacional e lida com a aquisição e venda de ativos públicos para financiar ações que envolvam a estrutura do país. 

Sua característica de risco mínima é o que mais atrai os investidores. Inclusive, se quiser saber mais sobre o assunto, vale a pena acompanhar nossa postagem completa do blog: Como investir no Tesouro Direto.

Renda fixa: esse é outro bastante procurado pelos investidores. Por possibilitar maior liberdade de escolha, o rendimento pode acontecer, também, de formas variadas, dependendo da política de cada fundo. 

LCI: para quem pretende investir na área de imóveis, o LCI (Letras de Crédito Imobiliário) é a melhor opção. Todo recurso é direcionado ao crédito imobiliário e o rendimento pode ser pré e pós-fixado. 

E aí, está pronto para ingressar ao universo dos investimentos? Esperamos que esse post tenha sido útil para você. 

Se quiser conferir outras postagens com conteúdos relacionados para se manter atualizado, é só continuar acompanhando o blog da Credjet. Toda semana publicamos um novo artigo repleto de informações. Até a próxima! 

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